
Quando o assunto é assimetria craniana no seu bebê, muito provavelmente você foi à internet pesquisar e com certeza ficaram (os pais) bastante assustados. Realmente existe muita informação que mais atrapalha do que ajuda na hora de pesquisar como isso pode ser tratado.
A escolha do profissional, que tenha bastante entendimento e embasamento científico, é o ponto mais importante, para que o tratamento seja o mais rápido e eficaz possível, e da maneira menos desconfortável possível para o bebê.
São raros os casos, que realmente necessitam de órteses (capacete). São bebês que apresentam um grau de assimetria muito elevado, mas de toda forma o tratamento convencional é indicado mesmo em casos que é necessário uso da órtese. Dos casos de assimetria severa, o que apavora muitos pais e mães é o fato de que isso traga algum atraso de desenvolvimento motor ou cognitivo no desenvolvimento. Mas mesmo em casos severos, uma pequena parte desses bebês realmente tem algum comprometimento neste sentido. Claro, é necessário avaliar e tratar de acordo com cada caso.
O padrão ouro para o tratamento da grande maioria das assimetrias cranianas com grau leve e moderado é o tratamento conservador manual somado à alguns exercícios que os pais são orientados a fazer em casa também.

Um fato que atrapalha um pouco ou atrasa o resultado do tratamento é não levar seu bebê para avaliação assim que perceber alguma assimetria, e ainda ouvir de amigos, parentes e até profissionais da saúde mal-informados de que com o tempo volta. Hoje se sabe que postergar o tratamento esperando voltar com o tempo não é uma boa idéia.
De toda forma, quanto mais novinho for o bebê o tratamento tende a ser mais rápido e confortável para o seu bebê.